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BRAMON | Chuva de Meteoros Menor – January Draconids
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Chuva de Meteoros Menor – January Draconids

Existem poucas evidências que sustentam a existência desta chuva. mas o mais interessante é que os indícios existentes dão margem a uma chuva de janela de observação muito estreita. A maior prova da existência deste fluxo de meteoros veio da observação feita por Zdenek Sekanina em 1969, durante uma sessão do Radio Meteor Project. 32 meteoros foram detectados entre 13-17 de janeiro, com um radiante médio posicionado em A.R.: 245,9º e Dec.: +62,4º.

Observações visuais são raras, agravadas pelo problema da curta duração do chuveiro. Durante o século XIX, Giuseppe Zezioli anotou muitos meteoros nos 16 de janeiro entre 1867-1869, onde Schiaparelli sinalizou como o radiante estando em A.R.: 244º e Dec.: +64º. Já a investigação de W.F. Denning revelou seis meteoros (1-15 de janeiro de 1872) com radiante A.R.: 241º e Dec.: +63º, entre os registros da Italian Meteor Society.

 

Constelação do Dragão, como vista a partir de Maranguape – Ceará

 

Durante o século passado as observações também foram escassas. R. Kingman (Bristol, Inglaterra) anotou seis meteoros com A.R.: 245° e Dec.: +64°, durante o período de 16-24 de janeiro de 1928. No livro Meteorströme, de Hoffmeister, um radiante definido como o de número 2877 foi observado em 13 de janeiro de 1937, na posição A.R.:236º e Dec.:+59º.

Em meio a todo a acervo fotográfico, somente dois meteoros aparecem em publicação de R. McCrosky  e A. Posen em 1961. Sob os códigos 6112 e 10081, tais meteoros foram detectados em 13 de janeiro de 1953 e 13 de janeiro de 1954, respectivamente, e indicam um radiante médio de A.R.:236° e Dec.:+59°. Tais órbitas encaixam com que foi obtido por radar.

Viver a Astronomia é viver o método científico. Observação, registro, leitura, formulação de modelos, novas observações, registros, leituras, reformulação de modelos… Às vezes é caçar partículas do tamanho de grãos de areia no espaço interplanetário. Às vezes é precensiar um grande bólido iluminando a noite no sertão. Viver a BRAMON é isso. É estar preparado para viver a expectativa de uma chuva de meteoros menor, mas também é estar preparado para presenciar pequenas grandes descobertas. Junte -se a nós.

Bons céus a todos.

Fonte: www.meteorshowersonline.com. Tradução: Lauriston Trindade.

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